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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Attitude Hotels



Mercado investe na comunidade gay com hotéis, cruzeiros e spas de luxo

O segmento de turismo gay tem vindo a crescer um pouco por todo o Mundo. Em Portugal abre em Lisboa, em Novembro, mais um hotel da cadeia Atittude, específica para gays e lésbicas.

Esta cadeia tem hotéis na Aústria, Bélgica, França, Alemanha, Itália, Malta, Países Baixos, Reino Unido, Républica Checa, Hungria e nos Estados Unidos. Em Portugal, já existem três hotéis Atittude, dois no Algarve e um em Lisboa. Em Novembro, serão quatro.

Os hotéis Atittude primam por uma arquitectura de interiores muito bem cuidada e existem em três categorias: Premium, Confort e Value, para diferentes bolsos e consequentes serviços.

Ainda que a identidade dos hóspedes esteja sempre protegida, poderá pôr um perfil e saber quem estará no hotel, nas datas em que reservou, assim poderá evitar encontros indesejados ou promover algum.

A casa Charneca, em Faro, está votada na Planitgay como um dos 20 melhores lugares do Mundo para a comunidade. O mesmo local está também mencionado no site Pinkchoice.

Em Lisboa, existe também um hotel, Anjo Azul, a que apelidam o mais antigo hotel gay português, situado no coração do Bairro Alto.

Faro e Lisboa figuram na lista das melhores 20 cidades gay do Mundo. Lisboa aparece em décimo lugar e Faro em vigésimo, na votação da Planitgay.

Em contrapartida, no gaycities.com, nenhuma cidade portuguesa está mencionada, enquanto em Espanha, Madrid e Barcelona figuram.

Existem também algumas agências especializadas em viagens gay, por exemplo a gaycruisevacations.com. No dia 29, promove um cruzeiro que parte de Roma, com passagem por Itália, Egipto e Ilhas Gregas, pelo valor de 1540 dólares por pessoa. Especificamente para a comunidade lésbica o site olivia.com propõe inúmeras soluções de viagens e contacto entre os seus membros. Em Portugal, um dos poucos agentes que pertence à International Gay &Lesbian Travel Association (ILGTA) é a agência Colour Travel, em Lisboa. Aqui poderá encontrar várias opções desde o roteiro Portugal Cultural; viagens até aos Açores ou Madeira são algumas das que poderá escolher.

PlayGirl.com





Facebook 2009





quarta-feira, 26 de agosto de 2009

História do Copacabana Palace




História do Copacabana Palace
Há hotéis que incorporam o glamour de uma cidade, mantendo viva a sua história. O Copacabana Palace é um deles.Basta um rápido passeio pelas páginas do Livro de Ouro do Copacabana Palace para confirmar o status do hotel, dentre os maiores hotéis do mundo.Ele é um ponto de encontro lendário da alta sociedade do Rio. Ao longo de décadas, membros da realeza, estrelas de cinema, teatro, música e esportes, assim como políticos e grandes empresários estiveram aqui para apreciar sua fina cozinha, pelo serviço suntuoso e pela pura sofisticação.
Inaugurado em 1923, este impressionante prédio com sua linda fachada é o hotel de luxo mais tradicional do Rio. Este marco de referência da cidade foi desenhado pelo arquiteto Joseph Gire que se inspirou em dois hotéis, o Negresco de Nice e o Carlton de Cannes. Desde sua inauguração, o hotel só teve dois proprietários, a família Guinle do Rio de Janeiro; e a partir de 1989, a Orient-Express Hotels, Trains & Cruises.
O Hotel Copacabana Palace manteve um discreto programa extensivo de reforma, destinado a manter e aumentar a sua posição como um dos melhores hotéis da América do Sul. Um novo método de iluminação da fachada foi introduzido em 1990 e faz com que o hotel resplandeça de noite como o faz de dia. No final de 1991, a área de piscina do hotel, que integra uma das maiores e mais atraentes piscinas da cidade, foi totalmente renovada.Hoje, o Hotel ocupa uma área de mais de doze mil metros quadrados em um dos imóveis mais caros e procurados do Brasil. De 1991 a 1995, uma parte das acomodações do Prédio Anexo e do Prédio Principal foram completamente renovadas e modernizadas e o 6º andar ganhou 7 espaçosas e luxuosas Suítes Cobertura. O Copacabana Palace proporciona conforto e muitas facilidades. O prédio de estilo mediterrâneo se impõe pela sua elegância – um clássico da arquitetura. Por seu cuidado com os detalhes e a atmosfera que o rodeia, o Copacabana Palace representa uma combinação clássica entre os estilos Latino e Europeu.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Declaração

Está na hora de vencer! - Bruno Maia (11-Jul-2009)
Há quase 20 anos era criado o Grupo de Trabalho Homossexual do PSR, o primeiro grupo de luta LGBT em Portugal, aquele que iniciou um debate público necessário e criou as condições para o aparecimento, poucos anos mais tarde, de um movimento heterogéneo e com expressão significativa. Foi na esquerda anti-capitalista que nasceu a homossexualidade enquanto tema da política. Em 99 a criação do Bloco deixava explícito desde o seu início, que a igualdade no acesso a todos os direitos era um tema fundamental para a esquerda socialista! Quem quiser recordar ou escrever a história não se pode esquecer deste facto - é por via desta esquerda alternativa e plural que o casamento e a adopção por homossexuais acederam a estatuto de debate público e entraram na Assembleia da República.Quase 20 anos depois o debate vai longo: na política, nas escolas, na rua, nos transportes, em família... O país precisa agora que sejam tomadas as decisões correctas. Precisa que as próximas campanhas eleitorais definam quem quer o quê e quem se baterá pelo quê! Já não há lugar para meias palavras ou promessas suspensas, todas as cartas têm que ser postas em cima da mesa, para que todos e todas nós saibamos com o que contar e de quem!A defesa da igualdade e de todos os direitos para todas e todos não se faz com meias medidas ou artimanhas legais. Igualdade é igualdade - tudo o resto é discriminação. Ou temos todos e todas acesso ao casamento, à adopção de crianças e ao reconhecimento legal da parentalidade independentemente do género do casal, ou não temos igualdade. Esta tem sido a pedra de toque de todo o movimento LGBT nos últimos anos, impulsionado não só pelo que tem acontecido em vários países Europeus (como na vizinha Espanha), mas também pelo amadurecer do debate, pela visibilidade e presença crescente da homossexualidade em todos os sectores da sociedade. E acima de tudo pelo conhecimento de que existem hoje, em Portugal, pessoas que vivem a intimidade e o amor de forma camuflada, recalcada. Trabalhadores homossexuais que temem o despedimento ou o assédio no trabalho, jovens adolescente com medo da exclusão ou do "bulling", gente que vive em meios rurais isolada da socialização com outros homossexuais, casais de homossexuais que vivem na incerteza de perderem o direito aos bens partilhados no caso de morte, pais homossexuais de crianças cujo relação é negada pela lei. Amigos, familiares, vizinhos, colegas de trabalho, alunos, professores, médicos, doentes, advogados, ministros, pais, filhos e todos aqueles que nos rodeiam e que ainda não encontraram neste mundo espaço para a sua felicidade.O Partido Socialista em Outubro passado tomou a sua decisão: reprovou a igualdade, votou pela manutenção da discriminação. Sem justificação justa ou desculpa aceitável. Apenas com muito embaraço e alguma vergonha! Dois meses depois Sócrates vem anunciar que incluirá o casamento homossexual na sua moção ao congresso do PS, mais uma vez com muito embaraço e alguma vergonha ou não tivesse o seu partido votado apenas há 2 meses, contra aquilo que agora parece defender. Mas a promessa de Sócrates não clarifica nada. Não diz quando pretenderá aprovar o casamento e nem como. Não se pronuncia quanto à adopção e ao reconhecimento da parentalidade. Não diz se o fará em maioria absoluta e também em maioria relativa. Não explica se aplicará a disciplina de voto ou deixará a decisão à consciência dos deputados. Não explica se fará parte do programa de governo ou não. Na verdade o partido que promete não é muito prometedor: deixa em suspenso uma promessa velada, à espera que alguns votos de esperança lhe caiam no saco. Tal como fez em relação aos 150.000 mil empregos que pretendia criar, tal como fez ao aprovar um código de trabalho contra os direitos sociais que não estava no seu programa de governo, tal como fez com os professores ao aprovar uma avaliação inqualificável de que ninguém tinha ouvido falar antes.Reconhecer direitos iguais é criar um espaço privilegiado para destruir a homofobia, para acabar com esta discriminação diária que atinge tantos e tantas. Se a própria lei não reconhece que somos todos iguais, a luta pela mudança das mentalidades será sempre mais difícil e o Estado será sempre o "responsável legal" pela discriminação LGBT. E é reconhecendo a responsabilidade das mudanças legais que desde o início o Bloco de Esquerda assumiu a defesa da legalização do casamento e da adopção por homossexuais. Desde então já apresentamos 2 vezes este projecto-lei, sempre chumbado pela maioria parlamentar. Já realizámos iniciativas públicas pela aprovação destas medidas e até já organizamos um grande fórum internacional pelo combate à discriminação. Estamos definidos. As pessoas sabem com o que contar do Bloco. Na próxima legislatura voltaremos a cumprir e a apresentar um projecto-lei que possibilite o casamento e a adopção a cidadãos LGBT e quem quiser juntar-se será muito bem-vindo.Todo o cinzentismo do cálculo eleitoral do PS nunca apagará a força das ideias responsáveis, nem tão pouco as cores da história de luta pela igualdade que a esquerda socialista nunca recusou. Estamos prontos para repetir a batalha, está na hora de a vencermos!
Bruno Maia

União Zoofila

União Zoofila
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